
Uma travessia de amor, dignidade e eternidade.
Há livros que se escrevem com tinta. Outros, com lágrimas, silêncio e amor. “A Alma que Caminha Mesmo Acamada” é um desses raros registros em que a vida, mesmo diante da finitude, revela sua grandeza mais profunda.
Neste relato tocante, Ana Igansi eterniza os últimos meses de vida de seu pai, Natalício — homem simples, mas imenso em sabedoria, que enfrentou com serenidade o diagnóstico terminal de câncer e todas as adversidades que vieram com ele. Com palavras que acariciam e cortam, Ana nos conduz por uma jornada real, íntima e arrebatadora, onde a dor da perda se transforma em um altar de memória e humanidade.
Cada página pulsa com a verdade dos gestos mais puros: o churrasco improvisado, o olhar silencioso no meio da madrugada, a risada compartilhada mesmo em meio à quimioterapia, o amor que não cede nem mesmo à morte. É a história de um homem que soube viver — e morrer — com honra, fé e poesia.
Mais do que uma despedida, este livro é um reencontro com os valores que sustentam a alma humana: a simplicidade, a generosidade, a leveza e o silêncio que conforta. É uma homenagem a todos os homens invisíveis que sustentaram famílias inteiras com amor discreto e coragem cotidiana. É também um abraço estendido a todos os filhos e filhas que reconhecem, na saudade, o amor que nunca morre.
Com referências sensíveis a Viktor Frankl, Carl Jung e Khalil Gibran, Ana Igansi nos presenteia com uma obra que transcende o luto e convida o leitor a viver com mais presença, propósito e gratidão.
Este livro não é apenas para ser lido.
É para ser sentido.
É para ser guardado junto ao coração.
Adquira agora seu exemplar e permita-se ser tocado por uma história real que ficará com você muito além da última página.





